Aviação

TAAG oficializa início de rota para a China e passa a ser opção para brasileiros

A TAAG – Linhas Aéreas de Angola realizou hoje (02), em Luanda, a apresentação oficial de sua nova rota internacional para Guangzhou, na China. Conforme o PRONTO PRA VIAJAR adiantou com exclusividade em maio durante a WTM Latin America, em entrevista com a diretora Rebecca Meadows, o trecho estratégico finalmente sai do papel, consolidando os planos de expansão da companhia. Além de Guangzhou, a companhia deve anunciar em breve mais uma operação na Europa, agora em Londres.

Confira aqui a matéria:
https://prontopraviajar.com.br/taag-projeta-londres-no-radar-como-parte-de-plano-de-expansao-global/

O evento, que foi liderado pelo presidente do conselho de administração da TAAG, Clóvis Rosa, marcou o início das vendas de bilhetes. Os voos comerciais começam no dia 23 de junho de 2026, conectando o novíssimo Aeroporto Internacional Dr. António Agostinho Neto, em Luanda, ao polo logístico e econômico asiático.

Conexão de 27 horas saindo de Guarulhos e isenção de visto

A novidade traz grande impacto para o mercado de turismo e corporativo do Brasil. Para os passageiros brasileiros, o tempo total de viagem entre o Aeroporto de Guarulhos (GRU), em São Paulo, e Guangzhou será de aproximadamente 27 horas, realizando uma conexão direta em Luanda.

Para impulsionar a demanda, o produto chega de forma muito competitiva ao mercado brasileiro, amparado por dois grandes atrativos operacionais:

  • Isenção de visto, facilitando o trâmite para passageiros em trânsito por Angola
  • Preço competitivo: as tarifas para a classe econômica começam a partir de USD 675,00 + taxas

Boeing 787 Dreamliner e frequências

Os voos entre Angola e a China serão operados preferencialmente com o Boeing 787 Dreamliner, aeronave de última geração recentemente integrada à frota da companhia. Na fase inicial, a operação contará com uma frequência semanal, com decolagens de Luanda sempre às terças-feiras.

A rota reforça o papel de Angola como um hub estratégico intercontinental entre as Américas, África e Ásia, facilitando não apenas o turismo de negócios na forte relação bilateral entre Angola e China, mas também abrindo as portas do mercado asiático para a América do Sul.